terça-feira, 27 de maio de 2014

CASAL QUE NÃO DEIXA A RELAÇÃO ESFRIAR! EXISTE!


Qual seria a diferença entre uma relação que esfria daquela que em essência está em fase de transformação?
Seria a quantidade de relação sexual praticada pelo casal o termômetro para diagnosticar que a relação esfriou, ou não?
Ou seria também a falta de cuidado com o outro, que pode inclusive começar ao acordar sem sequer dar aquele abraço de bom dia junto ao desejo de que tudo ocorra bem com o parceiro ou companheira?
Esfriar, esse verbo, será verdade na vida de todo e qualquer casal, um dia! Mas, detalhe, mudança não é sinônimo de esfriamento, pois a idade poderá diminuir a quantidade de relações sexuais, mas aumenta a intensidade e fortalece o afeto.
Um filho que nasce e mal dará tempo de depilar a virilha; um novo trabalho onde o chefe consome cada segundo do tempo do sujeito; doença física e da alma; preocupações necessárias e principalmente desnecessárias; contas a pagar. Ufa! Nenhum ser humano passa ileso a isso tudo e a libido diminui!
Longos anos de convivência são capazes de aumentar a experiência para saber sobre o que o outro gosta, então por que não usa isso para provocar sabores e prazeres na cama e fora dela?
O aprendizado sobre a vida financeira, por exemplo, auxilia a pessoa a usufruir dos benefícios de não pagar juros, por que na vida a dois esse recurso estratégico e benéfico na maioria das vezes não tem a mesma força?
Para organizar as finanças precisa de um contador, por que a resistência em procurar uma ajuda para a relação quando o casal não consegue implantar, embora deseje, as mudanças necessárias para uma vida mais prazerosa?
No início do relacionamento o tesão cai do céu, depois, cada um precisará ir buscá-lo. De que jeito? Costumo dizer que meu próximo livro será ‘150 dicas de como não deixar a relação esfriar’!
A primeira delas? Comece a esquentar a sua cabeça com fantasias sexuais e deixe que ela desça até o seu coração, para daí inundar a sua pelve, num desejo que toma conta de todo o corpo e pede que isso seja desfrutado com a pessoa amada que é muito bem tratada e vice-versa.
A fantasia sexual é a brincadeira da pessoa adulta que não sente medo do que deseja por saber usufruir disso! Faltam 149… Ah! Sem ditadura do prazer! (…)

segunda-feira, 26 de maio de 2014

COM TANTAS CONQUISTAS, POR QUE A MULHER AINDA APANHA? A VIOLÊNCIA NÃO É COMPANHIA DO AMOR!



 Tem alguma coisa errada nesse discurso de que a mulher conquistou tudo, se muitas ainda são vítimas de violência física e moral dentro da própria casa! A independência tem o dinheiro, trabalho, patrimônio como indicativo da sua presença… Mas não é somente isso!A maior independência começa em casa, primeiro na dos pais, em poder dizer e ser ouvida sobre o que pensa, acredita e sente, depois, na própria casa, seja para morar sozinha ou com alguém que escolheu para isso. Nesse terreno de violência, a física aparece na face, nos braços e pernas, enquanto a moral que não deixa marcas visíveis, fere a alma, se reitera na conduta de entregar os filhos para a mulher cuidar e arcar sozinha com todas as despesas. Deixar de pagar alimentos aos filhos para atingir a mulher é uma atitude muito mais comum do que se imagina, isso também é violência! Brigar na justiça para ter a guarda deles não porque acredita ter melhores condições de criá-los, mas para ‘tirá-los’ da mãe é violência! Sei das disputas entre casais, com o uso da alienação parental, os filhos se tornam escudo dos desatinos dos pais, mas não é essa a questão no presente momento. Aqui, gostaria de dizer que é um absurdo a altíssima incidência de violência contra a mulher, elas, embora vítimas, estão presas num círculo vicioso, ‘se denuncio ele me mata’, ‘se não denuncio continuo apanhando…’ Lamentável as que ainda acreditam que o agressor irá mudar e seguem firmes nessa tentativa. O medo e o conflito sobre a própria capacidade existencial fazem de muitas vítimas reincidentes… Dizer sobre a base lá da infância não resolve nada, muito menos culpar os pais seja lá pelo que for… A questão é aqui e agora! Se não consegue sozinha, busque ajuda! A doença de um pode estar ligada à dependência do outro, desatar esse nó traz saúde emocional. Uma perguntinha simples, por que você ainda ‘aceita’ apanhar? Que dívida é esta?